A maioria pergunta “qual é a zona franca mais barata?”. Essa não é a primeira pergunta certa. A primeira pergunta certa é “qual zona franca me permitirá fazer o que preciso fazer, incluindo a parte bancária?”
1. A sua atividade comercial. Cada zona franca tem a sua própria lista de atividades permitidas. Uma atividade que é simples na DMCC pode ser classificada de forma diferente na IFZA, ou pode não ser permitida de forma alguma na SHAMS. A atividade deve ser confirmada antes de qualquer outra decisão.
2. Adequação bancária. Este é o fator que a maioria das consultorias ignora por completo. Algumas zonas francas são vistas de forma mais favorável do que outras pelos bancos dos EAU. Uma empresa numa zona bem considerada, com uma descrição de atividade clara, obtém a aprovação mais rápido e com menos pedidos de documentação adicional.
3. Cota de vistos e requisitos de escritório. A quantidade de vistos que você pode obter depende do pacote e do tipo de escritório, não apenas da zona. Um flexi-desk pode admitir uma cota diferente da de um escritório físico. Isso deve ser planejado antes de assinar qualquer coisa.
O erro mais caro ao escolher uma zona franca: optar pelo custo mais baixo do primeiro ano sem analisar os custos de renovação, as restrições de atividade, a reputação bancária e as regras de visto. A XILLION analisa os cinco fatores antes de fazer qualquer recomendação.
4. Localização e endereço. Um endereço em Dubai (DMCC, IFZA, Meydan, Dubai South) tem um peso diferente do de um endereço em Sharjah ou RAK, tanto para a banca quanto para os seus clientes e a sua marca. Isso importa mais para uns negócios do que para outros.
5. Custo de renovação e confiabilidade da autoridade. Os custos do primeiro ano são apenas o começo. Quanto custa a renovação? Quão estável é a estrutura de taxas da autoridade? Quão receptivo é o seu atendimento ao cliente quando você precisa de alterações em documentos? A XILLION tem experiência com todas as principais zonas e pode lhe dar respostas honestas sobre cada uma.